domingo, 2 de junho de 2013

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

CATTLEYA LABIATA

                                 Cattleya labiata
Cattleya labiata é uma espécie que, no final do verão e principio do outono enfeita nossos orquidários com as suas flores. Além das belas flores, somos premiados com seu magnifico perfume que é exalado principalmente na parte da manhã.
Ele é tão característico que podemos chamar de "perfume das Cattleyas". 
Espécie considerada "Rainha do Nordeste Brasileiro", foi classificada e descrita por John Lindley em 1821. 
Ela é considerada o protótipo de todas as Cattleyas do grupo das labiatas.
Habitat
Planta epífita que vegeta sobre árvores nas serras como em locais bastante úmidos, sempre protegidos do sol intenso. Vegeta numa altitude entre 500 e 1000 metros.
Ela procede em maior numero de habitats dos estados de Alagoas, Ceara, Paraíba e Pernambuco  e raramente do Maranhão e Piauí.
Sem duvida é uma das mais belas e mais cultivadas orquídeas brasileiras. 
Planta
Planta vigorosa com pseudo bulbos de 15 a 20 centímetros de altura, comprimidos e sulcados apresentando uma única folha oblongo-elíptica. Inflorescência composta de três a cinco flores sempre muito bem dispostas. 
Flor
Flor com 20 a 25 centímetros de diâmetro, pétalas e sépalas de colorido típico lilas médio em diversas tonalidades. As sépalas são lanceoladas e as pétalas mais longas, ovóides e onduladas.
O labelo apresenta variações das quais destacamos as mais comuns como segue:
. Anelata: apresenta a entrada do tubo em forma de anel;
. Atra: colorido escuro do labelo, estendendo-se pela parte externa do tubo até a junção com as      sépalas e pétalas;
. Integra: a mancha escura do lóbulo frontal estende-se pela parte interna do labelo penetrando pelo tubo;
. Orlata: quando a mancha escura frontal estende-se pela sua orla superor;
. Venosa: veias escuras entrecortando o colorido na base do labelo.
Principais variedades
. Alba: pétalas e sépalas branco-puro, apresentando no interior do tubo colorido amarelo. Clones mais conhecidos: "Fumeiro", "Angerer" e "Octávio Fontes". 
. Caerulea: pétalas e sépalas ligeiramente azuladas, apresentando no lóbulo frontal do labelo tom mais  intenso. Clone:  "Azulão".
. Amethystina: pétalas e sépalas levemente azuladas e lóbulo frontal do labelo de cor ametista. Principal Clone: "Canoinha" ou "Norma Dreher".
. Concolor: pétalas sépalas e labelo apresentando um só tom de colorido. Clone:"Walter Dreher".
. Amesiana: pétalas e sépalas levemente rosadas e labelo de colorido um pouco mais intenso. Clone: "Marcia Regina".
. Amoema: pétalas e sépalas brancas, apresentando no lóbulo frontal um colorido lilás/róseo claro. 
Clone mais famoso: "Flagstad".
. Semi- alba: sépalas e pétalas brancas e o lóbulo frontal colorido. Clone mais conhecido: "Marina", "Cooksoniae" e "Luar de março". 
. Rubra: pétalas e sépalas lilás escuras quase rubra e o lóbulo frontal do labelo purpureo. Clones: "Guerreiro" e "Schuller".
A planta considerada tipo tem pétalas e sépalas lilás escuro e lóbulo frontal do labelo de cor púrpura. Clones mais conhecidos:"Cara Branca", "Guarani", "Rosa Rinald" ou "Emilia" e Juliana".  
Fonte: João Paulo de Souza Fontes, "A Rainha do Nordeste Brasileiro", Edição Europa.
Época de floração
No Norte e Nordeste brasileiro: Dezembro/Janeiro 
No Sudeste e Sul do Brasil: Fevereiro/Março
Cultura
É uma planta de facílima cultura e, por isso, muito recomendada para orquidófilos principiantes.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Exposião C. labiata


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

sábado, 3 de novembro de 2012

DIRETORIA ASSOF ELEITA EXERCICIO 2012/2014

PRESIDENTE - SOVENIR MÁCIO DIAS
VICE PRESIDENTE - YURI MOURÃO
1º SECRETÁRIO - NELSON LUIZ FIDELIS FILHO
2º SECRETÁRIO - EDSON CUNHA
1º TESOUREIRO - ADRIANI CHIERIGHINI
2º TESOUREIRO - ITUO TESHIMA
DIRETOR TÉCNICO - PAULO CESAR CALAZANS
DIRETOR DE EVENTOS - JOSÉ FRANCISCO BENTO
DIRETOR DE PATRIMÔNIO - JOSÉ CARLOS CHIERIGHINI
BIBLIOTECÁRIO - LILIAN PACHECO SÃO THIAGO
ORADOR - NEVIO JOÃO NUERENBERG

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Cattleya intermedia

Cattleya intermédia é uma especie nativa dos estados do sul do Brasil, principalmente Rio Grande do Sul e Santa Catarina, também ocorrendo no litoral do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Foi levada pela primeira vez para o Reino Unido em 1824, para o Jardim Botânico Glasgow, na Escócia, pelo Capitão Graham, do Royal Packet Service, a pedido de Harrison, morador do Rio de Janeiro. Foi registrada com o nome de Cattleya intermédia pois a sua flor tem um tamanho intermediario entre as Cattleyas.
A sua variabilidade de colorido e de forma é muito grande, existindo flores totalmente albas até rubras, de cor escura, passando por cores suaves, caerulea (azul celeste) e roxo violeta.
No sul do Rio Grande do Sul esta especie cresce principalmente na corticeira do banhado (Eritrina cristagalli), em banhados (pântanos cobertos de vegetação) ao longo da Lagoa dos Patos e até a reserva ecológica do banhado do Taim, a pouco mais de 100 Km da fronteira com o Uruguai. Ocorre também em figueiras, no chão arenoso, a beira da praia, das lagoas, em rochas granitadas e em butiazeiros ( butiá capitata).
As variedades de Cattleya intermédia podem ser classificadas pela forma do colorido. Assim é que teremos as orlatas, que apresentam una orla ao redor do tubo do labelo, ou marginata com uma margem colorida mais larga e profunda.Temos as pelóricas ou flâmeas, em que as pétalas tentam imitar o labelo e, entre estas, as mais comuns são as cores vinho, roxo violeta, suave, ametista, e também pela distribuição homogênea do colorido nas pétalas e sépalas, como concolor, caerulea (azulada), lilasina, alba, rubra e sanguínea.
O cultivo da Cattleya intermédia exige bastante umidade do ar da manhã e boa ventilação. O substrato que tem dado melhor resultado é a casca de pinos autoclavada (sem tanino), pedriscos de granito ou até a mistura de ambos em partes iguais, proporcionando uma maior ventilação entre as raízes.
Pode ser cultivada com sucesso amarrada em arvores nativas como figueira, corticeira ou ipê. Para estimular a formação de botões florais a Cattleya intermédia necessita de um período de frio de duas semanas, com temperaturas abaixo de 15º C. a noite.



  

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Exposição C. labiata

Cattleya labiata - planta que vegeta sobre as árvores nas serras como em locais bastante umido, sempre protegidos do sol intenso. Vegeta numa altitude entre 500 e 1000 metros. Ela procede em maior número de habitats dos estados de Alagoas, Ceará, Paraíba e Pernambuco e raramente do Maranhão e Piauí. Sem duvida é uma das mais belas e mais cultivadas orquídeas brasileiras. Planta vigorosa com pseudobulbos de 10 a 20 centímetros de altura, comprimidos e sulcados, apresentando uma única folha oblongo-elíptica. Inflorescência composta de 3 a 5 flores, sempre muito bem dispostas.
Flor com 10 a 15 cemtimetros de diâmetro, pétalas e sépalas de colorido típico lilás-médio em diversas tonalidades. As sépalas são lanceoladas e as pétalas mais largas, ovóides e onduladas. O labelo pode apresentar variações de colorido.

terça-feira, 30 de novembro de 2010