PRESIDENTE - SOVENIR MÁCIO DIAS
VICE PRESIDENTE - JOSÉ LINO ALVES
1º SECRETÁRIO - ANTÔNIO C.DE M.M.PEREIRA
2º SECRETÁRIO - VERA LUCIA RYCHEN
1º TESOUREIRO - ADRIANI CHIERIGHINI
DIRETOR TÉCNICO - CARLOS GOMES
DIRETOR DE EVENTOS - YURI MOURÃO
DIRETOR DE PATRIMÔNIO - JOSÉ CARLOS CHIERIGHINI
BIBLIOTECÁRIO - LILIAN P. SÃO THIAGO
ORADOR - NEVIO JOÃO NUERENBERG
CONSELHO FISCAL
MARIA HELENA FROTA ELLWANGER
CELANIRA S. KNISS
HENRIQUE KLEMBA
OSVALDO SCHIMIDT
ITUO TESCHIMA
domingo, 31 de outubro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
ELEIÇÃO NOVA DIRETORIA ASSOF
Através de Assembléia Ordinária, hoje dia 30/10/2010, uma nova Diretoria tomou posse.
Parabéns ao Sovenir e a todos que colaboram e continuam em prol das ORQUÍDEAS DE FLORIANÓPOLIS promovendo esta Associação.
Que possamos unir nossas forças para desenvolver nossos estudos, pesquisas e cultivo.
Não esquecendo do carinho, a troca de experiências e amizade que todos os amantes das orquídeas tem em comum. Um Grande Abraço. Marisa
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ASSOF,
Florianópolis,
historia das orquideas
segunda-feira, 29 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
EXPOSIÇÃO LABIATA NA ASSOF
ACONTEÇERÁ NOS DIAS 12,13 E 14 DE MARÇO EM FLORIANÓPOLIS.
BELAS CATTLEYAS LABIATA SERÃO EXIBIDAS E VÁRIAS OUTRAS ESPÉCIES, HÍBRIDOS E MICRO- ORQUÍDEAS.
VALE A PENA CONFERIR.
A ABERTURA SERÁ NO DIA 12/03 ÀS 19:00
E A EXPOSIÇÃO FICARÁ ABERTA DAS 9:00 ÀS 19:00 NOS DIA 13 E 14/03
BELAS CATTLEYAS LABIATA SERÃO EXIBIDAS E VÁRIAS OUTRAS ESPÉCIES, HÍBRIDOS E MICRO- ORQUÍDEAS.
VALE A PENA CONFERIR.
A ABERTURA SERÁ NO DIA 12/03 ÀS 19:00
E A EXPOSIÇÃO FICARÁ ABERTA DAS 9:00 ÀS 19:00 NOS DIA 13 E 14/03
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Cattleya labiata,
Exposição de Orquídeas
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
FLORES E FLORESTA AMAZÔNICA. A ARTE BOTÂNICA DE MARGARET MEE
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Este ano de 2009 fomos presenteados com o lançamento do maravilhoso livro Flores da Floresta Amazônica: a arte de Margaret Mee que traz, aproximadamente, sessenta dos principais trabalhos da artista inglesa, considerada uma das mais importantes ilustradoras botânicas do século XX. Esta edição, realizada pela Editora Escrituras, comemora o centenário do nascimento da autora e apresenta desenhos adicionais produzidos durante suas viagens pela floresta, desde sua primeira expedição, em 1956.
Os textos foram extraídos diretamente dos diários que ela mantinha durante suas extensivas - e muitas vezes solitárias - aventuras pelo Amazonas, e trazem seus comentários sobre as flores, árvores, aves e animais da região, as rotas, itinerários e plantas encontradas, bem como suas opiniões sobre a floresta tropical brasileira que desaparecia rapidamente.
Lendo o livro podemos sentir as impressões da pesquisadora e viajar em seus comentários. “De lá, navegamos correnteza acima no rio Demini, entrando por um canal estreito de jarás, uma pequena árvore que, durante o período da cheias, fica parcial ou totalmente imersa. Em seus caules fibrosos agarrava-se uma orquídea com flores em formato de sinos em tons de roxo, marrom e creme chamada Galeandra devoniana. Seu perfume preenchia o ar.”
O livro nos mostra o mapa da Amazônia e os 13 capítulos são sobre Catasetums, Catléias, Oncidiums, Gustavias, Helioconias, Neoreglelia , Loranthaceaes e várias outras orquídeas nos diversos rios e florestas
“Em um galho coberto por musgo encontrei uma Clowesia warczewitzii, uma espécie de orquídea não encontrada pelos botânicos há mais de oito anos. Como não havia mais o que fazer na cachoeira continuei na descida do rio. No caminho encontrei uma bela orquídea azul, Acacallis cyanea, em flor. A Serra do Demini começou a surgir ao leste aos poucos. Agora começamos a perceber a chegada da primavera por causa das árvores floridas, o rosa e o branco das gustavias, o suave roxo do pau-rosa e das incontáveis clúsias rosa-claras, as árvores estranguladoras.”
Margaret Mee ficou fascinada pela miscigenação brasileira, ao encontrar, em seu caminho, os habitantes locais, com os quais teve a oportunidade de viver por algum tempo, tornando-se amiga de muitos, com o passar dos anos. Dotada de uma estrutura física pequena, olhos azuis e cabelos louros, achava importante não permitir que seu padrão físico interferisse em seu trabalho, mantendo sua aparência o mais simples possível. Lutou e perdeu algumas batalhas contra terríveis insetos, como o pium, por não usar luvas e redes sobre seu chapéu; mas nunca perdeu o senso de humor, mesmo após as situações mais perigosas e hostis. “ Fiquei triste em ter que deixar estas pessoas tão lindas, habitantes de um outro mundo, um mundo de natureza gloriosa- mas por quanto tempo?”
Nas colônias onde permanecia, visando preservar as plantas pelo maior tempo possível, cultivava pequenos jardins onde plantava os espécimes, muitos dos quais terminaram em centros de pesquisas de São Paulo e do Rio.
Mee esteve envolvida em pesquisas no Instituto de Botânica de São Paulo, o que proporcionou a Margaret viagens por todo o Brasil e ampliou seus conhecimentos sobre as plantas e suas riquezas. Manifestava frequentemente seu desagrado em relação à exploração destrutiva da Floresta Amazônica, o que se transformou em uma cruzada apaixonada pela preservação do ambiente, que conquistou a admiração e o respeito de muitos, como o amigo Roberto Burle Marx.
O reconhecimento de seu trabalho chegou na forma de suporte financeiro concedido pelo governo brasileiro, pela Sociedade Geográfica Nacional e pelo Prêmio Guggenheim. Nove novas espécies de plantas registradas por Margaret Mee, anteriormente desconhecidas pela ciência, levaram seu nome em sua homenagem, incluindo a Aechmea meeana, a Sobralia margaretae e a Neoregelia margaretae.
São 168 páginas escritas em português e inglês, numa narrativa poética, recheada de fotos, gravuras de flores e animais da região.
Bibliografia:
- Margaret Mee. Flores da Floresta Amazônica. A Arte botânica de Margaret Mee. Ed. Escrituras. São Paulo. 2009
- www.relativa.com.br
-http://www.escrituras.com.br

Este ano de 2009 fomos presenteados com o lançamento do maravilhoso livro Flores da Floresta Amazônica: a arte de Margaret Mee que traz, aproximadamente, sessenta dos principais trabalhos da artista inglesa, considerada uma das mais importantes ilustradoras botânicas do século XX. Esta edição, realizada pela Editora Escrituras, comemora o centenário do nascimento da autora e apresenta desenhos adicionais produzidos durante suas viagens pela floresta, desde sua primeira expedição, em 1956.
Os textos foram extraídos diretamente dos diários que ela mantinha durante suas extensivas - e muitas vezes solitárias - aventuras pelo Amazonas, e trazem seus comentários sobre as flores, árvores, aves e animais da região, as rotas, itinerários e plantas encontradas, bem como suas opiniões sobre a floresta tropical brasileira que desaparecia rapidamente.
Lendo o livro podemos sentir as impressões da pesquisadora e viajar em seus comentários. “De lá, navegamos correnteza acima no rio Demini, entrando por um canal estreito de jarás, uma pequena árvore que, durante o período da cheias, fica parcial ou totalmente imersa. Em seus caules fibrosos agarrava-se uma orquídea com flores em formato de sinos em tons de roxo, marrom e creme chamada Galeandra devoniana. Seu perfume preenchia o ar.”
O livro nos mostra o mapa da Amazônia e os 13 capítulos são sobre Catasetums, Catléias, Oncidiums, Gustavias, Helioconias, Neoreglelia , Loranthaceaes e várias outras orquídeas nos diversos rios e florestas
“Em um galho coberto por musgo encontrei uma Clowesia warczewitzii, uma espécie de orquídea não encontrada pelos botânicos há mais de oito anos. Como não havia mais o que fazer na cachoeira continuei na descida do rio. No caminho encontrei uma bela orquídea azul, Acacallis cyanea, em flor. A Serra do Demini começou a surgir ao leste aos poucos. Agora começamos a perceber a chegada da primavera por causa das árvores floridas, o rosa e o branco das gustavias, o suave roxo do pau-rosa e das incontáveis clúsias rosa-claras, as árvores estranguladoras.”
Margaret Mee ficou fascinada pela miscigenação brasileira, ao encontrar, em seu caminho, os habitantes locais, com os quais teve a oportunidade de viver por algum tempo, tornando-se amiga de muitos, com o passar dos anos. Dotada de uma estrutura física pequena, olhos azuis e cabelos louros, achava importante não permitir que seu padrão físico interferisse em seu trabalho, mantendo sua aparência o mais simples possível. Lutou e perdeu algumas batalhas contra terríveis insetos, como o pium, por não usar luvas e redes sobre seu chapéu; mas nunca perdeu o senso de humor, mesmo após as situações mais perigosas e hostis. “ Fiquei triste em ter que deixar estas pessoas tão lindas, habitantes de um outro mundo, um mundo de natureza gloriosa- mas por quanto tempo?”
Nas colônias onde permanecia, visando preservar as plantas pelo maior tempo possível, cultivava pequenos jardins onde plantava os espécimes, muitos dos quais terminaram em centros de pesquisas de São Paulo e do Rio.
Mee esteve envolvida em pesquisas no Instituto de Botânica de São Paulo, o que proporcionou a Margaret viagens por todo o Brasil e ampliou seus conhecimentos sobre as plantas e suas riquezas. Manifestava frequentemente seu desagrado em relação à exploração destrutiva da Floresta Amazônica, o que se transformou em uma cruzada apaixonada pela preservação do ambiente, que conquistou a admiração e o respeito de muitos, como o amigo Roberto Burle Marx.
O reconhecimento de seu trabalho chegou na forma de suporte financeiro concedido pelo governo brasileiro, pela Sociedade Geográfica Nacional e pelo Prêmio Guggenheim. Nove novas espécies de plantas registradas por Margaret Mee, anteriormente desconhecidas pela ciência, levaram seu nome em sua homenagem, incluindo a Aechmea meeana, a Sobralia margaretae e a Neoregelia margaretae.
São 168 páginas escritas em português e inglês, numa narrativa poética, recheada de fotos, gravuras de flores e animais da região.
Bibliografia:
- Margaret Mee. Flores da Floresta Amazônica. A Arte botânica de Margaret Mee. Ed. Escrituras. São Paulo. 2009
- www.relativa.com.br
-http://www.escrituras.com.br
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Florais de Orquídeas

O que sentimos quando observamos as orquídeas, porque ficamos fascinados por essa flor. É seu perfume, sua forma detalhada, a dificuldade no cultivo, sua resistência, sua beleza?
Dr. Bach médico inglês, especialista em bacteriologia, imunologia e saúde pública ficava frustrado ao tratar seus pacientes da mesma doença com o mesmo medicamento e obter resultados diferentes. Começou a verificar então, que, as características individuais e personalidade eram diferentes e que de alguma maneira esses fatores interferiam na saúde dessas pessoas. Estudou também flores e plantas percebendo que suas essências poderiam nos auxiliar emocionalmente. As flores e plantas contem aspectos negativos e positivos e essas essências extraídas atuariam como lembretes de nossa própria natureza sadia e harmoniosa.
Em 1928, o pesquisador criou um Sistema de Terapia Floral com o objetivo de oferecer um apoio emocional para que as pessoas pudessem enfrentar as dificuldades diárias, tratando a maneira como se sentem, prevenindo, integrando e complementando o tratamento das doenças.
Para o médico saúde e felicidade são indissociáveis. Saúde seria a união perfeita entre corpo, mente e espírito. E doença seria única e puramente corretiva, não vingativa, nem cruel, mas o meio adotado por nossas almas, impedindo-nos de cometer erros maiores, obstar a que façamos mais mal, trazendo-nos de volta ao caminho da verdade e da luz, do qual nunca deveríamos ter saído.

O mais conhecido e utilizado floral em todo mundo é o Rescue Remedy que quer dizer resgate em inglês, e é indicado em situações de emergências (choque, pavor, nervosismo, acidente), sofrimentos prolongados (apoio ao tratamento e na luta contra a doença), e medos por antecipação (entrevista de trabalho, ida ao dentista, e ou antes de uma cirurgia).
Desde 1976, a terapia floral do Dr. Bach faz parte de medicinas alternativas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde. Não sendo um método que se destine a substituir os métodos convencionais de cura, aos quais pode até ser acrescentado para acelerar a eficácia dos tratamentos, tem a vantagem de ser uma terapia natural sem efeitos nocivos, podendo por isso ser usada sem contra-indicações.
Nos florais de Bach não encontramos essências de orquídeas, entretanto ele abriu a possibilidade para que muitos outros sistemas florais fossem desenvolvidos depois, em todas as regiões e com uma infinidade de flores e plantas diferentes. Em alguns desses sistemas encontramos essências florais de orquídeas como, por exemplo: os Sistemas de Gaia, Sistema Florais das Orquídeas da Amazônia, Sistema Floral dos Golfinhos. Para esses sintonizadores as orquídeas são flores de altíssima categoria, bastante especializadas em sua forma, na sua polinização e vivem normalmente nas alturas, elevando os mais puros sentimentos.
No sistema Floral de Gaia temos a Orquídea do Cardoso – Epidendrum ibacuense que faz com que as pessoas tomando este floral focalizem e direcionem a vontade de concretizar seus objetivos, com determinação clara, respeitando os ciclos, os ritmos e as pessoas que os cercam.
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Nos Florais de Orquídeas do Amazonas são 18 essências de orquídeas. Dentre elas encontramos o floral da orquídea Cattleya warscewiczii (Orquídea Abundância). Normalmente encontrada numa altura de 500 a 1500m. Esta essência nos abrirá para receber e dar, deixando-nos livres, generosos e em paz. Como outro exemplo, temos a Vanda tricolor (Orquídea Alegria) que trabalha os estados de ânimo. Especialmente indicada para pessoas que se sentem tristes e deprimidas
O Sistema Floral dos Golfinhos são 31 essências de orquídeas até o momento. Para a pesquisadora do sistema Laís Cristina Médici as orquídeas elevam nossos níveis de consciência, permitindo acessar nossas qualidades e viver com mais harmonia. Do Oncidium flexuosum foi extraído o floral Arrá, para pessoas estressadas, com o sistema nervoso alterado, que querem fazer tudo ao mesmo tempo e que precisam de paz, serenidade e descanso.

O Dendrobium nobile se transformou no floral Irrá, para pessoas que vivem na defensiva, que se tornaram rígidas e amargas devido a traumas em relacionamentos amorosos, familiares, decepções com amigos. Este floral faz com que, se voltem para o fundo de sua alma e redescubram novamente o amor, sejam mais otimistas e transparentes.
Até que ponto cultivando orquídeas sentimos os efeitos destas flores?
É certo que pesquisas e estudos são necessários para se conhecer e explicar como a terapia floral age, pois mesmo animais, plantas e pessoas em coma responderam ao tratamento. Mas o importante é que, cada vez mais as pessoas estão se beneficiando com mudanças positivas de comportamentos arraigados e desenvolvendo um conhecimento mais profundo de si mesmas.
Bibliografia:
1. Howard, Judy. Crescendo com as Essências Florais de Bach. Ed. Aquariana. São Paulo. 1994.
2. Korte, Andreas; Hofmann, Antje. Florais de orquídeas do Amazonas. Ed. Gente. São Paulo. 1997.
3. Medici, Laís Cristina. Ciência Secreta dos Golfinhos. São Paulo. 2005
4. Stern, Claudia. Tudo o que você precisa saber sobre os remédios florais de Bach. Ed. Pensamento. São Paulo. 1992.
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segunda-feira, 27 de julho de 2009
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